Também
conhecida como Lua Tríplice, a
Triluna é um dos artefatos iconográficos mais significativos para a compreensão
da cronometria antiga e da arqueologia do sagrado feminino. No contexto de A
Coisa, este símbolo é analisado como uma representação geométrica do tempo
cíclico e das fases biológicas da natureza.
1. Arqueoastronomia e a Medição do Tempo
Antes da
padronização dos calendários solares, a humanidade guiava-se pela lunação.
A Triluna é a síntese visual desse registro:
A Lua
Crescente:
Representa a expansão, o início e o potencial latente. Arqueologicamente, está
ligada aos períodos de plantio e ao florescimento.
A Lua
Cheia: O disco
central representa o ápice, a plenitude e a luz máxima. É o ponto de equilíbrio
do símbolo.
A Lua
Minguante:
Simboliza o recolhimento, a síntese do conhecimento e a preparação para o novo
ciclo.
2. A Arqueologia das Trindades
A
estrutura tríplice da Triluna ecoa em diversas culturas indo-européias e
pré-cristãs, onde o conceito de "trindade" era fundamental para
explicar a vida:
As Moiras
(Grécia) e as Nornas (Nórdicos): As tecelãs do destino que fiam, medem e cortam o
fio da vida.
A Deusa
Tríplice: Na
arquitetura de mitos, a Triluna mapeia as três faces da existência: a Donzela
(Crescente), a Mãe (Cheia) e a Anciã (Minguante). É a biologia humana espelhada
no cosmos.
3. Simbolismo Ancestral e a Natureza Cíclica
Diferente
da visão linear do tempo (passado, presente e futuro como uma linha reta), a
Triluna propõe a circularidade. Ela é um lembrete visual de que todo fim
contém um início. Como artefato, era utilizada para sintonizar o ritmo humano
com o ritmo da Terra, servindo como uma âncora de sanidade e ordem em meio às
mudanças naturais.
4. O Artefato em Metalurgia
Historicamente,
símbolos lunares eram frequentemente fundidos em prata, devido à
associação milenar entre a cor do metal e o brilho do satélite natural. A prata
925, por sua pureza e propriedades reflexivas, é o suporte ideal para a
materialização deste símbolo.
Curadoria "A Coisa" - Prata 925
Na nossa
unidade física em Curitiba, tratamos a Triluna como um item de alta joalheria
arqueológica.
Design: Respeitamos a curvatura exata
das fases lunares para garantir que a peça seja uma reprodução fiel da
geometria ancestral.
Materialidade: A prata 925 confere o peso e a
durabilidade necessários para um artefato que se pretende passar por gerações.
Experiência
Presencial:
Convidamos você a visitar nossa curadoria no Bigorrilho em Curitiba. Venha observar os detalhes deste artefato
sob a luz natural e sentir a densidade da prata. O simbolismo ancestral deve
ser sentido com as mãos.
Desenvolvemos
este artefato em prata de lei para ser uma peça de peso e presença, servindo
como um lembrete físico da conexão entre o indivíduo e os ritmos naturais.
.jpg)